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Em “Cem Sonetos de Amor”

26 Jun

avozquesecala.jpg

Não te amo como se fosse rosa de sal, topázio
Ou flecha de cravos que propagam fogo;
Te amo como se amam certas coisas obscuras,
Secretamente, entre a sombra e a alma.
Te amo como a planta que não floresce e
Leva dentro de si, oculta, a luz daquelas flores.
E graças a teu amor, vive oculto em meu
Corpo o apertado aroma que ascende da terra.
Te amo sem saber como, nem quando, nem onde.
Te amo diretamente sem problemas nem orgulho;
Assim te amo porque não sei amar de outra maneira,
Senão assim, deste modo, em que não sou nem és.
Tão perto de tua mão sobre meu peito é minha,
Tão perto que se fecham teus olhos com
Meu sonho…

 
2 Comentários

Publicado por em Junho 26, 2007 em Pablo Neruda, Poesia

 

2 responses to “Em “Cem Sonetos de Amor”

  1. tamy.

    Setembro 29, 2007 at 3:12 am

    Maravilhoso..
    =),,,

     
  2. tamy..

    Setembro 29, 2007 at 3:10 am

    —>muitoo lindooo
    ——->simplesmente tocante..
    –>maravilhoso..
    ..Continua assim tah..teu blog tah showzinho!!e essa fotografia tbm tah linda..
    bjim=*..TAMY!

     

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