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Espera

03 Nov

954510.jpe

Aqui onde o exílio
dói como agulhas fundas,
esperarei por ti
até que todas as coisas sejam mudas.

Até que uma pedra irrompa
e floresça.
Até que um pássaro me saia da garganta
e no silêncio desapareça.

 
2 Comentários

Publicado por em Novembro 3, 2007 em Eugénio de Andrade, Poesia

 

2 responses to “Espera

  1. thereasonisyou

    Outubro 20, 2008 at 12:44 pm

    Porque por vezes a única coisa que podemos fazer é esperar.
    Poesia muito bonita.
    Um espaço muito bonito e de bom gosto.

     
  2. Å®t_Øf_£övë

    Novembro 5, 2007 at 11:14 pm

    Litinha,
    Há situações em que vale mesmo a pena esperar o tempo que fôr necessário.
    Beijinhos.

     

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