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Fragmento Literário #1

15 Ago

“Atravessamos o presente de olhos vendados. No máximo, conseguimos pressentir e adivinhar aquilo que estamos a viver. Só mais tarde, quando se desata a venda e examinamos o passado, é que nos apercebemos daquilo que vivemos e compreendemos o seu sentido.

Pensava eu que naquela noite estava a brindar ao meu sucesso e nem por sombras imaginava que era a abertura solene do meu fim.”

 

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