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Arquivo da Categoria: Desconhecido

O Nó no Lençol

Numa reunião de pais numa escola, a professora ressalvava o apoio que os pais devem dar aos filhos e pedia-lhes que se mostrassem presentes, o máximo possível…   Considerava que, embora a maioria dos pais e mães trabalhasse fora, deveriam arranjar tempo para se dedicar às crianças.

Mas a professora ficou surpreendida quando um pai se levantou e explicou, humildemente, que não tinha tempo de falar com o filho nem de vê-lo durante a semana, porque quando ele saía para trabalhar era muito cedo e o filho ainda estava a dormir e quando regressava do trabalho era muito tarde e o filho já dormia.   Explicou, ainda, que tinha de trabalhar tanto para garantir o sustento da família, mas também contou que isso o deixava angustiado por não ter tempo para o filho e que tentava compensá-lo indo beijá-lo todas as noites quando chegava em casa.   Mas, para que o filho soubesse da sua presença, ele dava um nó na ponta do lençol que o cobria. Isso acontecia religiosamente todas as noites quando ia beijá-lo.   Quando o filho acordava e via o nó, sabia logo, que o pai tinha estado ali e o tinha beijado.   O nó era o meio de comunicação entre eles.

A professora emocionou-se com aquela história e ficou surpreendida quando constatou que o filho desse pai era um dos melhores alunos da escola.

Este facto, faz-nos reflectir sobre as muitas maneiras de as pessoas se mostrarem presentes, e de comunicarem com os outros.   Aquele pai encontrou a sua, que era simples mas eficiente.   E o mais importante é que o filho percebia, através do nó, o que o pai estava a dizer.   Simples gestos, como um beijo e um nó na ponta do lençol, valiam, para aquele filho, muito mais do que presentes ou a presença indiferente de outros pais.   É por essa razão que um beijo cura a dor de cabeça, o arranhão no joelho, ou o medo do escuro…   É importante que nos preocupemos com os outros, mas é também importante que os outros o saibam e que o sintam.   As pessoas podem não entender o significado de muitas palavras, mas sabem reconhecer um gesto de amor.   Mesmo que esse gesto seja apenas e só, um nó num lençol.

Autor desconhecido

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Publicado por em Maio 3, 2011 em Desconhecido

 

El pescador y la botella mágica

Un pescador encontró entre sus redes una botella de cobre con el tapón de plomo. Parecía muy antigua. Al abrirla salió de repente un genio maravilloso que una vez liberado le dijo al pescador:

– Te concedo tres deseos por haberme sacado de mi encierro. ¿Cuál es tu primer deseo?

– Me gustaría que me hicieras lo bastante inteligente y claro como para hacer una elección perfecta de los otros dos deseos – dijo el pescador.

– Hecho – dijo el genio -, y ahora, ¿cuáles son tus otros dos deseos?

El pescador reflexionó un momento y dijo:

– Muchas gracias, no tengo más deseos.

Cuento sufista

 
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Publicado por em Março 6, 2011 em Desconhecido

 

Viver a Vida

 
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Publicado por em Fevereiro 28, 2011 em Desconhecido

 

Negação

Não, não regresses. Já não sei viver sem a tua ausência.
Preciso de esperar por ti todos os dias, de sentir a tua falta.
Não, nem te atrevas a regressar,
pois não saberia o que fazer com os beijos que guardei para ti…

 
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Publicado por em Fevereiro 22, 2011 em Desconhecido

 

>Ápices

>

O tempo pode apagar a lembrança de um corpo ou de um rosto, mas nunca a das pessoas que souberam fazer de um pequeno instante, um grande momento…

 
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Publicado por em Janeiro 9, 2008 em Desconhecido

 

>Ouves?

>… Tu és aquilo que as tuas palavras ouvem, ouves o teu coração…?

 
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Publicado por em Dezembro 10, 2007 em Desconhecido

 

>Indomáveis pensamentos…

>

Engulo as minhas próprias palavras. Rumino e rumino até que tudo se deteriore. Cada pensamento e cada impulso é mastigado até que se transforme em nada. Quero controlar todos os meus pensamentos de uma vez, mas eles fogem em todas as direcções.
Se o conseguisse seria capaz de capturar os espíritos mais subtis, como um cardume de pequenos peixes de água doce. Poderia revelar inocência e duplicidade, generosidade e cálculo, medo, cobardia e coragem. Pretendo dizer toda a verdade porque, para isso, teria de ser capaz de escrever quatro páginas simultaneamente, quatro longas colunas simultâneas, quatro páginas resultando numa, e essa é a razão porque não escrevo nada. Teria para isso de escrever em reverso, voltar atrás constantemente para agarrar os ecos e os acordes.
 
1 Comentário

Publicado por em Fevereiro 15, 2007 em Desconhecido

 
 
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